Após o café básico do hostel de Puerto Natales, ficamos aguardando o ônibus que nos levaria ao parque TDP até cerca de 08:20. O ônibus da companhia buses Gomez nos pegou no hostel, e então seguimos viagem.
Seguimos por um trecho, e então o ônibus parou em um café a beira da estrada para que tentassem nos empurrar algo e depois seguimos viagem.
Assim que o asfalto acabou e começou a estrada de rípio (uma espécie de cascalho), a viagem se tornou mais interessante: enquanto as montanhas do parque se aproximavam, víamos também dezenas de guanacos pastando sossegados a beira da estrada. Pouco depois o ônibus parou no mirador laguna amarga para uma sessão de fotos, com as montanhas do parque e as águas de um verde intenso a frente (lugar muito bonito). Seguimos então para a portaria para registrar a entrada e pagar os CH$15.000 por pessoa, recebendo então um mapa do parque. Parte dos passageiros ficou por aqui, aqueles que fariam o circuito O, passeios de um dia ao mirador las torres ou que começariam o circuito W por esta perna. Embarcamos no ônibus novamente, pois faríamos o circuito W a partir do refúgio Paine Grande, tendo de desembarcar na guardería (que não tem guardas) Pudeto, após uma nova parada do ônibus no mirador Nordenskjold. A idéia era pegar o Catamarã das 18:00, conhecendo antes o Salto Grande (cachoeira) e o mirador Cuernos. Mas como as mochilas ficariam simplesmente largadas ali, do lado de fora de um café, sem ninguém zelando por elas, decidimos pegar o catamarã das 12:00, chegando ao refúgio Paine Grande as 12:30. Registramos nossa entrada e fomos bater perna até o mirador Pehoé (1:30 por trecho – ida ou volta – de acordo com o mapa fornecido no parque. Fizemos em 1:20 e 1:10, respectivamente). Com exceção de uma nuvem negra sobre o Paine Grande, o tempo estava bonito, com os Cuernos ensolarados por todo o tempo (foto acima). A caminhada até o mirador Pehoé não foi tão agradável, pois o trecho venta demais, e está completamente arrasado pelo incêndio ocorrido no fim de 2011. Para quem pretende caminhar este trecho, óculos são essenciais para proteger os olhos dos ciscos das queimadas levantados pelo vento.
Seguimos por um trecho, e então o ônibus parou em um café a beira da estrada para que tentassem nos empurrar algo e depois seguimos viagem.
Assim que o asfalto acabou e começou a estrada de rípio (uma espécie de cascalho), a viagem se tornou mais interessante: enquanto as montanhas do parque se aproximavam, víamos também dezenas de guanacos pastando sossegados a beira da estrada. Pouco depois o ônibus parou no mirador laguna amarga para uma sessão de fotos, com as montanhas do parque e as águas de um verde intenso a frente (lugar muito bonito). Seguimos então para a portaria para registrar a entrada e pagar os CH$15.000 por pessoa, recebendo então um mapa do parque. Parte dos passageiros ficou por aqui, aqueles que fariam o circuito O, passeios de um dia ao mirador las torres ou que começariam o circuito W por esta perna. Embarcamos no ônibus novamente, pois faríamos o circuito W a partir do refúgio Paine Grande, tendo de desembarcar na guardería (que não tem guardas) Pudeto, após uma nova parada do ônibus no mirador Nordenskjold. A idéia era pegar o Catamarã das 18:00, conhecendo antes o Salto Grande (cachoeira) e o mirador Cuernos. Mas como as mochilas ficariam simplesmente largadas ali, do lado de fora de um café, sem ninguém zelando por elas, decidimos pegar o catamarã das 12:00, chegando ao refúgio Paine Grande as 12:30. Registramos nossa entrada e fomos bater perna até o mirador Pehoé (1:30 por trecho – ida ou volta – de acordo com o mapa fornecido no parque. Fizemos em 1:20 e 1:10, respectivamente). Com exceção de uma nuvem negra sobre o Paine Grande, o tempo estava bonito, com os Cuernos ensolarados por todo o tempo (foto acima). A caminhada até o mirador Pehoé não foi tão agradável, pois o trecho venta demais, e está completamente arrasado pelo incêndio ocorrido no fim de 2011. Para quem pretende caminhar este trecho, óculos são essenciais para proteger os olhos dos ciscos das queimadas levantados pelo vento.

Abraços
Thiago Rulius
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